sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Tudo se resolve na base da conversa?

"A presidente Dilma Rousseff condenou os ataques aéreos na Síria pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, iniciados na noite de segunda-feira para desmantelar a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e combater células da rede al-Qaeda."

Uma seita que prega o islamismo como a única religião verdadeira e pretende converter todo o mundo decapita jornalistas de diversos países ocidentais e envia os vídeos à cúpula do maior governo do planeta que, segundo a seita, é a fonte de toda a violência que eles pregam. O presidente norte-americano chega à conclusão (meio óbvia, eu diria) de que a seita representa uma real ameaça aos cidadãos de todo o mundo e forma uma coalizão com outros países ocidentais, de modo a deter o avanço da seita e cortar o mal pela raiz. 

Eis que a presidente de um país tropical querida Dilma, o quinto maior em extensão territorial e em população, além da sexta maior economia, repudia o ato de formação da coalizão, sob o pretexto de que "tudo se resolve na base da conversa".

Pode até ser gigante pela própria natureza, mas em termos diplomáticos o tal país tropical continua sendo um anão.

A base da conversa dos islâmicos

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