"A presidente Dilma Rousseff condenou os ataques aéreos na Síria pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, iniciados na noite de segunda-feira para desmantelar a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e combater células da rede al-Qaeda."
Uma seita que prega o islamismo como a única religião verdadeira e pretende converter todo o mundo decapita jornalistas de diversos países ocidentais e envia os vídeos à cúpula do maior governo do planeta que, segundo a seita, é a fonte de toda a violência que eles pregam. O presidente norte-americano chega à conclusão (meio óbvia, eu diria) de que a seita representa uma real ameaça aos cidadãos de todo o mundo e forma uma coalizão com outros países ocidentais, de modo a deter o avanço da seita e cortar o mal pela raiz.
Eis que a presidente de um país tropical querida Dilma, o quinto maior em extensão territorial e em população, além da sexta maior economia, repudia o ato de formação da coalizão, sob o pretexto de que "tudo se resolve na base da conversa".
Pode até ser gigante pela própria natureza, mas em termos diplomáticos o tal país tropical continua sendo um anão.
A base da conversa dos islâmicos
Eis que a presidente de um país tropical querida Dilma, o quinto maior em extensão territorial e em população, além da sexta maior economia, repudia o ato de formação da coalizão, sob o pretexto de que "tudo se resolve na base da conversa".
Pode até ser gigante pela própria natureza, mas em termos diplomáticos o tal país tropical continua sendo um anão.
A base da conversa dos islâmicos

