Me
lembro do tempo em que ignorava a dimensão da estupidez humana.
E depois um deficiente inventou o Internet, e eu a descobri.
Mesmo que eu queira virar a cara para a estupidez humana, essa coisa arruma uma maneira de abanar sua tromba feia na minha frente. Para isso utiliza uma das maiores ferramentas de disseminação de deficiência da história da humanidade: o Facebook.
Por causa dessa coisa que é o Facebook, a dificuldade apresentada pelo processo de escrever corretamente como uma pessoa de sanidade mental, está reduzida a uns meros minutos de digitação e clicks, abrindo as portas da comunicação em massa a gente com o QI de um pinheiro. Em cima disso temos uma função que trouxe tanto mal à humanidade quanto a herpes: o "Compartilhar". Meus caros, o "Compartilhar" é o equivalente eletrônico da peste bubônica. Basicamente permite a um dos muitos Neandertais infectados com o bacilo da estupidez (Estupidococcus Funestus), pegar num compartilhamento recebido com grandes quantidades de Estupidococcus e reenviá-lo para todos os contatos da sua lista de amizade. E isso em menos de 10 segundos. O bacilo da estupidez é assim espalhado quase em tempo record.
Este bacilo assume diversas formas, e é por isso muito difícil de encontrar formas de combate-lo que não envolvam o extermínio de grande parte da população
Vocês adoram ser babacas, propagando a violência gratuita exibindo esse tipo de material. Me marcou no vídeo? Foda-se! Cara, não estou nem um pouco interessada de ver seus compartilhamentos patéticos e sem noção. Outro dia vi um vídeo sem querer (sim, aquela bosta de reprodução automática de vídeos do Facebook) de jovens queimando um animal vivo, put* que pariu. Sua mãe te deu merda de cavalo como papinha? Seus escrotos, parem de compartilhar coisas inúteis.
Por isso não acho errado as pessoas que preferem bicho do que gente. Eu mesma trocaria qualquer cretino desses por um picolé da FriSabor.

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